Hélio Silva PDF: 1 to 7 of 7 results fetched - page 1 [kb]

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Marketing

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Inicialmente restrito à área econômica, ao longo dos anos o marketing se apropriou de recursos das ciências sociais, da psicologia e da comunicação para chegar ao consumidor. Reunindo opiniões de especialistas nacionais e estrangeiros, o autor aponta os efeitos controversos da aplicação de técnicas de marketing uniformizadas pelo mercado em áreas com perfis distintos - como bens industriais, alimentação, moda, lazer, educação e saúde - e mostra exemplos que vêm sendo usados em organizações do mundo todo.

Travestis

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Quem são esses homens que adotam nomes de mulher, recusam suas características masculinas e transformam seus corpos com eletrólise, hormônio e silicone? Quem são suas famílias e seus amores? Como lidam com o preconceito, a curiosidade, o desejo e a expectativa de transeuntes, fregueses, vizinhos, familiares e companheiras da aventura existencial? São essas, entre tantas outras, as perguntas que orientaram o percurso do antropólogo Hélio R.S. Silva entre os travestis da Lapa. Em Travestis - entre o espelho e a rua, ele descreve os personagens que encontrou e as muitas histórias que ouviu - de vida e de morte, amor e violência, realização e degradação, prazer e frustração - durante dois anos de pesquisa de campo no bairro carioca, reduto da boemia e da malandragem. O autor relata as histórias colhidas na pesquisa e mostra que o fantasma da Aids é apenas um dos muitos dramas vividos por esses personagens no cotidiano urbano. O livro traz ainda um levantamento da representação do travesti no cinema e em programas de televisão ao longo dos anos e um prefácio assinado pelo antropólogo e cientista político Luiz Eduardo Soares, que destaca a importância da obra para a etnografia urbana e a literatura contemporânea brasileira. Além de discutir identidade e desejo entre este grupo social tão estigmatizado, Travestis - entre o espelho e a rua ainda tem o mérito de trazer à tona possibilidades de tolerância e de convivência.

1964: Golpe ou Contragolpe?

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Este livro é um registro fundamental da história recente de nosso país. Hélio Silva, autor do monumental Ciclo de Vargas - que conta em dezesseis volumes a história republicana brasileira, da proclamação em 1889 até o suicídio de Getúlio Vargas, em 1954, faz, aqui, com a autoridade de um dos maiores historiadores deste país, o raio X do golpe que mudou o Brasil. 1964: Golpe ou contragolpe? é justamente um complemento ao Ciclo de Vargas. O livro apresenta fatos que se interpenetram com os volumes da série, personagens comuns, novos e antigos protagonistas, herdeiros de velhas tradições, sempre tendo como foco o Golpe de 1964. Hélio Silva recupera com isenção e fidelidade as minúcias da preparação, da eclosão e os primeiros movimentos de uma ditadura que mergulharia o país em um longo período de obscurantismo, perseguições, desprezo às liberdades individuais e aos direitos dos cidadãos. Rigoroso na exposição dos fatos, isento no tratamento das personalidades que fizeram a história, Hélio Silva se eleva acima dos vencedores e vencidos para descrever os fatos como eles se passaram, sustentado por copiosa documentação. Como destaque deste livro, há também preciosos depoimentos de personagens diretamente envolvidos nos acontecimentos. Hélio Silva foi narrador, personagem e testemunha desta história. Com a autoridade de um intelectual que, no dizer de Antônio Houaiss, foi "dos mais destacados entre os estudiosos brasileiros (do que quer que seja) e merece a consagração de todos os seus compatriotas".

Memórias

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A verdade sobre o movimento de 1964. as injustiças da carreira militar, na vida de um homem público, o amordaçamento da palavra, o cerseamento da liberdade de expressão. "São páginas de meu arquivo que prometi e devo publicar e que constituem um subsídio único e insubstituível para o conhecimento da verdade do movimento de março de 1964." - Hélio Silva

Um cão uivando para lua

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Foi com UM C O UIVANDO PARA A LUA que Antônio Torres estreou na literatura, em 1972, sendo imediatamente aclamado como "um talento explosivo" (Leo Gilson Ribeiro, revista Veja), "um senhor ficcionista", segundo Jorge Amado, e "a estréia mais significativa" daquele ano (Hélio Pólvora, Jornal do Brasil). UM C O UIVANDO PARA A LUA fez mais do que surpreender os meios literários: foi também um sucesso de público. A crítica o recebeu com um entusiasmo raro para um estreante, destacando a coragem do seu depoimento e a força da sua linguagem, cuja "sadia agressividade" servia de forma adequada à contundente mensagem da trama. Lançado por uma pequena editora chamada Gernasa. UM C O UIVANDO PARA A LUA viria a causar um grande impacto. Foi saudado pelo jornal O Estado de S. Paulo como "a revelação do ano". Para rememorar esta "estréia tão feliz", nas palavras de Aguinaldo Silva, no extinto Opinião, vejamos o que disse O Globo deste livro, em 26 de novembro de 1972: "Ninguém sabia quem era Antônio Torres, embora este seja uma das maiores revelações de escritor surgidas no Brasil ultimamente. Este romance de estréia tem uma força surpreendente e atinge em certos trechos a altura da melhor ficção nacional. A linguagem realista, seca e coloquial, e a riqueza de situações fazem esperar desse autor obras ainda mais importantes." O que se confirmou.

A insurreição da ANL em 1935

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A insurreição armada de militares integrantes da Aliança Nacional Libertadora (coalizão apartidária, formada pelas mais diversas lideranças, a favor da democracia e pela emancipação do povo brasileiro de forças fascistas e do jugo estrangeiro), em novembro de 1935, passou à história do Brasil como um dos principais fatos políticos do século XX. Em 27 de novembro de 1935, militares rebelados no Rio de Janeiro tomaram o 3o Regimento de Infantaria na Praia Vermelha e a Escola de Aviação Militar no Campo dos Afonsos. Foram derrotados após uma luta sangrenta e muitos rebeldes foram presos. Iniciou-se, então, o longo processo de que dá conta o Relatório Bellens Porto, que é a peça inicial da ação criminal e a prova da repressão odiosa que marcou época na história das lutas brasileiras. A versão da polícia, de que o principal objetivo da ANL era realizar um golpe comunista, predominou até recentemente. A partir da década de 1960, entretanto, graças ao trabalho árduo e corajoso de historiadores como, Nelson Werneck Sodré, Moisés Vinhas, Hélio Silva e Marly A.G. Vianna, a realidade dos fatos ocorridos aos poucos abriu caminho e se impôs nos meios universitários, para depois se espalhar entre os círculos democráticos. O Relatório Bellens Porto reflete, naturalmente, a ideologia e os interesses da polícia política, mas contém fartura de informações valiosas, registradas com relativa objetividade. Documento raro, o Relatório Bellens Porto interessa tanto a pesquisadores das áreas das Ciências Humanas, em especial à História, à Política e à Sociologia, como também a todos os que se interessam pela história política nacional.

O Grupo dos Independentes: Arte Moderna no Recife 1930

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Em agosto de 1933, jovens artistas organizaram, no Recife, um salão particular de pintura. Essa ação coletiva representou, sobretudo, uma ruptura com a arte tradicional, inclusive um alertaà recém-criada Escola de Belas Artes do Recife ao que houvesse deconservadorismo no ensino das artes. Neste ensaio, busco situar esse movimento na históriadas artes plásticas de Pernambuco no século 20, sistematizar osregistros dispersos que fazem referência à formação e às atividadesdesses artistas, que, então, se autodenominaram Grupo dosIndependentes. No contexto sociocultural dos anos 1930, os Independentesapreenderam os símbolos de uma sociedade moderna emergentee praticaram valores estéticos inovadores, concretizando umaescola artística, visto que a arte moderna no Recife se constituiuabrangente no panorama cultural brasileiro. Focalizo também a importância dos Independentesmais atuantes, alguns esquecidos, outros reconhecidosinternacionalmente, mas todos sabendo expressar-se, através deum dos sistemas simbólicos, para a compreensão do mundo queé a arte. Constato que a formação do Grupo não se deu ao acaso. Precisou seguir os caminhos já percorridos por pioneiros brasileirose pernambucanos, notadamente os pintores Vicente do RegoMonteiro, Cícero Dias e Lula Cardoso Ayres - grandes precursoresda arte moderna no Brasil.O idealismo dos Independentes, esses jovens artistas plásticos- desenhistas e caricaturistas, pintores e escultores - que lutavampor oportunidades de trabalho em um ambiente artístico restrito, tornou possível divulgar o modernismo no Recife. Seus líderes: Elezier Xavier, Augusto Rodrigues, Hélio Feijó, Manoel Bandeira(o notável desenhista), Francisco Lauria, Luíz Soares, Carlos deHollanda, Nestor Silva, Percy Lau, Danilo Ramires, Bibiano Silva. Além de J. Pimentel, José Norberto e Neves Daltro, que completamo quadro dos participantes fundadores dos primeiros SalõesIndependentes de Arte - salões de arte moderna - realizados noRecife em 1933 e 1936.
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